Campanha pede fim da escravidão infantil em situações de crise
21-07-2015

Para as crianças no Sudão do Sul, a guerra e a violência é parte da vida cotidiana. Com suas escolas frequentemente bombardeadas ou atacadas, muitos estão em risco de rapto ou de tráfico. Desde o início do conflito, há 18 meses, 13 mil crianças já foram recrutadas como soldados.

As crianças raptadas ou traficadas em zonas de conflito são violentamente forçadas à escravidão, seja como crianças-soldados lutando em batalhas que elas não têm idade suficiente para entender, ou como vítimas da escravidão sexual e casamento forçado. No entanto, para meninos e meninas em na cidade de Yei há um farol de esperança. No local de uma escola primária bombardeada, a Escola Primária Kinji abriu as portas e agora oferece educação para 1300 crianças. Em ambientes instáveis como Sudão do Sul, um lugar seguro para passar o dia oferece a essas crianças proteção contra a escravidão moderna.

Com muitos países em conflito sem mostrar sinais de desaceleração e para ajudar mais crianças que vivem em áreas perigosas, o movimento Walk Free, em parceria com a A World At School, lançou uma campanha para pedir que os liderem mundiais se comprometam publicamente a fazer doações para o Fundo Global para a Educação em Situação de Emergência, criado  para oferecer educação às crianças em áreas de emergência em todo o mundo. O objetivo da campanha é que mais escolas como a Escola Primária de Kinji sejam construídas no mundo inteiro.

Conheça a campanha e participe do abaixo-assinado.

Fonte: Walk Free

Imagem: Walk Free